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04/06/2026

Erros comuns na compra do kimno de jiu jitsu : aprenda com essas dicas a fazer a escolha correta

Escolher o primeiro kimono de jiu-jitsu ou até mesmo adquirir um novo modelo pode parecer uma tarefa simples.



No entanto, muitos praticantes cometem erros que acabam gerando desconforto, prejuízo financeiro e até dificuldades durante os treinos e competições.

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Se você quer fazer uma compra inteligente e evitar arrependimentos, confira os erros mais comuns na escolha do kimono de jiu jitsu e aprenda como evitá-los.

 


1. Escolher apenas pelo preço
 

Um dos erros mais frequentes é comprar o kimono mais barato disponível sem avaliar sua qualidade.

Embora o preço seja um fator importante, um kimono muito barato pode apresentar costuras frágeis, tecido fino e baixa durabilidade. O resultado é simples: em pouco tempo você precisará comprar outro.

O ideal é buscar o melhor custo-benefício, equilibrando qualidade, resistência e valor.

 


2. Ignorar a tabela de medidas
 

Muitos praticantes compram o kimono apenas pelo tamanho tradicional (A0, A1, A2, A3 etc.) sem verificar a tabela específica do fabricante.

Cada marca possui medidas próprias. Um A2 de uma marca pode ser maior ou menor que o A2 de outra.

Antes de finalizar a compra, confira seu peso, altura e compare com a tabela oficial do fabricante.

 


3. Comprar um tamanho muito grande
 

Existe a ideia de que um kimono maior será mais confortável. Na prática, isso pode atrapalhar bastante.

Um kimono excessivamente largo oferece mais pegadas para o adversário, dificulta alguns movimentos e pode até não atender às regras de competição.

O ajuste adequado proporciona maior mobilidade e conforto durante os treinos.

 


4. Comprar um tamanho muito pequeno
 

O erro oposto também é bastante comum.

Kimonos muito apertados limitam os movimentos, geram desconforto e podem rasgar com mais facilidade durante treinos intensos.

Além disso, após as primeiras lavagens, alguns tecidos podem sofrer pequenas alterações de tamanho.

Por isso, é importante respeitar as recomendações do fabricante.

 


5. Não considerar o tipo de tecido
 

Nem todos os kimonos são fabricados com o mesmo tecido.

Existem modelos mais leves, ideais para dias quentes e competições, enquanto outros possuem gramaturas mais altas, oferecendo maior resistência para treinos diários.

Antes da compra, avalie sua rotina de treinamento e escolha um tecido compatível com suas necessidades.

 


6. Desconsiderar as regras de competição
 

Quem pretende competir deve prestar atenção aos regulamentos.

Alguns kimonos podem não atender às exigências de determinadas federações em relação ao tamanho, cor, espessura do tecido e localização dos patches.

Comprar um modelo inadequado pode gerar dores de cabeça na hora da pesagem e inspeção do uniforme.

 


7. Não verificar a qualidade das costuras
 

As costuras são responsáveis por boa parte da durabilidade do kimono.

Modelos com reforços em áreas estratégicas, como axilas, joelhos e laterais da calça, costumam suportar melhor a intensidade dos treinos.

Sempre observe os detalhes de acabamento antes de realizar a compra.

 


8. Escolher apenas pela aparência
 

Um kimono bonito chama atenção, mas aparência não deve ser o principal critério.

Muitos iniciantes se encantam pelo design, bordados ou cores diferenciadas e acabam deixando de lado fatores mais importantes como conforto, resistência e ajuste ao corpo.

Lembre-se: desempenho e durabilidade devem vir antes da estética.

 


9. Comprar sem pesquisar a reputação da marca
 

Hoje existem inúmeras opções no mercado. Por isso, pesquisar a opinião de outros praticantes pode fazer toda a diferença.

Avaliações, comentários e recomendações ajudam a identificar marcas que entregam qualidade e suporte ao cliente.

Uma rápida pesquisa pode evitar uma compra frustrante.

 


10. Não pensar no longo prazo


Muitos iniciantes escolhem o primeiro kimono sem considerar a frequência dos treinos.

Se você pretende treinar várias vezes por semana, vale investir em um modelo mais resistente e, futuramente, até mesmo possuir dois kimonos para facilitar a rotina de lavagens.

Essa estratégia aumenta a vida útil do equipamento e garante mais praticidade.

 


Conclusão
 

Escolher um kimono de jiu jitsu vai muito além de encontrar um modelo bonito ou barato.

O tamanho correto, a qualidade do tecido, a resistência das costuras e a finalidade de uso devem ser analisados com atenção.

Ao evitar esses erros comuns, você garante mais conforto, melhor desempenho nos treinos e um excelente custo-benefício.

Lembre-se: um bom kimono é um investimento na sua evolução dentro do tatame. Pesquise, compare opções e escolha um modelo que acompanhe sua jornada no jiu-jitsu por muito tempo.

Bons treinos!
Oss!

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