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14/09/2020

Gírias usadas no Jiu Jitsu

Quando você acaba de entrar para o mundo do jiu jitsu e se torna um Jiu-Jiteiro, ira perceber algumas palavras usadas pelas pessoas que treinam com você ou melhor algumas Gírias.

 

Isto é normal, em qualquer tipo de esporte e até mesmo em nossa vida pessoal usamos muitas gírias e até mesmo adaptamos elas para um modo que só nosso grupo de “amigos” ou familiares entendam.

 

É um pouco complicado conseguir citar todas as gírias usadas, pois como citado a cima, muitas pessoas adaptam elas para seus grupos e assim sempre expandindo o vocabulário do Jiu Jitsu. Para isto, separamos algumas delas, confira a seguir.

 

 

Amarelar: é aquele que tem medo de treinar com certo lutador ou até de entrar em um campeonato e acabar perdendo ou passando algum tipo de vergonha

 

Amarrar: é fazer com que trave a luta a qualquer modo. Quando ocorre isto de forma persistente na competição o amarrador acaba levando uma punição.

 

Amassar: é passar a guarda dando uma pressão muito forte no adversário ou, ainda, o mesmo que “passar com o carro”.

 

Apaga, mas não bate: usamos este termo para definir um lutador o qual não se entrega fácil numa finalização e às vezes ou na maioria das vezes se lesiona seriamente ou, literalmente desmaia.

 

Armadura: é o apelido que se usa para o seu kimono ou sua “armadura” a qual você usara em suas batalhas.

 

Arrochar: é pegar com mais força numa posição de finalização. Como exemplo ajustar o estrangulamento.

 

Bicho de pé: como o nome já especula, é o cara que só finaliza o oponente com chaves de pé.

 

Botar pra baixo: projetar o adversário ao chão.

 

Botar para dormir: fazer com que o adversário desmaie, na maioria das vezes por meio de estrangulamento.

 

Calculadora: Vencer a luta de competição com muitos pontos de diferença em relação ao seu adversário.

 

Carroçar: o mesmo que “passar com o carro”.

 

Pangaré: é o lutador muito ruim sem habilidade alguma. Este termo é geralmente utilizado para os mais graduados, porém ninguém sabe a procedência da sua graduação (se é verdade ou apenas “comprada”) e cujo nível das suas técnicas não condiz com a graduação que possui.

 

Casca grossa: é o termo usado para definir “o cara” do jiu-jitsu, o excelente lutador e competidor, o que não descansa enquanto não ganhar, que sempre leva sua humildade e experiência.

Cascudo: é o lutador duro, aquele que não se entrega fácil.

 

Comédia: o mesmo que “pangaré”.

 

Creonte: é o “traidor” no meio do Jiu Jitsu, o “Judas” da equipe, aquele que troca de academia sem motivo descritivos e que geralmente fala mal da equipe que saiu, e ainda desmerecendo o trabalho do antigo professor.

 

Dar uma blitz: é quando o lutador executa várias sequências de movimentações técnicas que chega a deixar o oponente desnorteado sem entender o que está acontecendo e sem saber o que fazer.

 

Espalhar o frango: durante a luta é quando um lutador pega as costas do outro, coloca os ganchos e o faz ficar espalhado no chão (como um frango), evitando que ele fique de quatro.

 

Fenômeno: aquele que é graduado fora do tempo, rápido demais, desobedecendo as regras que regem o jiu-jitsu, as vezes por realmente ter um talento raro ou por trapacear.

Ogro: é o bruto, aquele que não enxerga peso, sexo ou idade. Luta sempre como se fosse “tudo ou nada”, seja na competição ou no treino.

 

Orelha de couve-flor: é a famosa orelha estourada, uma deformidade causada pelo atrito com o tatame, kimono ou ainda por algum choque com o adversário. A cartilagem da orelha se deforma quando há acúmulo de sangue no local da pancada por conta do rompimento dos vasos sanguíneos e ao drenar o sangue do local a orelha encolhe, causando o aspecto de couve-flor. Se for lutar Jiu Jitsu, já sabe né?

 

Passar com o carro: é literalmente atropelar o adversário, que não terá nem tempo de anotar a placa do caminhão. Podendo se dizer como “nocaute“ no muay thai.

 

Pela-saco: é o chato da academia, o puxa saco de todos que sejam mais graduados que ele, principalmente o professor.

 

Pitboy: é o brigão da rua, aquele que treina apenas para brigar, usa o jiu-jitsu de forma errada para mostrar superioridade. É um termo mais antigo e representa a visão que a sociedade tinha dos lutadores de jiu-jitsu que se envolviam em confusões.

 

Rato de tatame:é o cara que só falta se mudar para a academia e que pega todos os treinos possíveis da academia. Também é usado para definir o lutador muito bom de jiu-jitsu.

 

Resenha: é o bate-papo de fim de treino e representa um momento de descontração, interação e troca de conhecimentos.

 

Rolar/Dar um rola: é como se chama a luta propriamente dita. O mesmo que lutar jiu-jitsu. Usado na seguinte frase “Vamos dar uma rola?”, “bora pro rola”.

 

Soltinho: um treino técnico, só de troca de movimentos, teoricamente sem finalizações.

 

Três tapinhas: é quando um lutador está sendo finalizado e dá “três tapinhas” no seu finalizador para que ele pare com o movimento.

 

Bom estas são algumas das expressões que utilizamos, se você usa além destas entre em contato com nossas redes sociais e acompanhe a gente!

 

Oss!

 

 

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